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Pedinchar nas redes sociais é um negócio de sucesso

Jovan Hill não estuda, não trabalha e não tem pais ricos, mas consegue sustentar o seu apartamento em Brooklyn e o seu vicio de marijuana através de doações feitas pelos seus seguidores nas redes sociais.

A primeira vez que o jovem de 25 anos pediu dinheiro foi através de um live-streaming na sua conta do Periscope. A quantia pedida foi de sete mil dólares, cerca de 6.200 euros, avançou o jornal norte-americano The New York Times.

Com um vídeo de sete minutos em que falou do seu desejo de se mudar para Los Angeles, fumando compulsivamente um charro, mandando vir com os espectadores que o insultavam e pedindo dinheiro repetidamente Jovan conseguiu as doações que tanto pedinchou – foram precisos apenas alguns minutos para o dinheiro começar a cair nas suas contas de Venmo e PayPal.

Foto: Gioncarlo Valentine / The New York Times

Jovan Hill diz que o live-stream que faz foi inspirado pelo 4chan e pela sua identidade enquanto homem negro queer. Apelidou-o de “o diário gay e pobre”.

Os seus fãs têm conseguido cobrir os custos de uma renda de 1 300 dólares por mês (cerca de 1.150 euros), sem contar com outros custos de vida como a marijuana, ajuda para a sua mãe e t-shirts no valor de 100 dólares (90 euros) por mês em lojas de roupa em segunda mão.

Jovan Hill tem 200 mil seguidores, espalhados pelo Periscope, Twitter, YouTube, Instagram e Patreon.

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